segunda-feira, 6 de julho de 2009

Casaco cáqui-creme

4050902-8: esse era o meu código de matrícula da faculdade. Nele está implícito que entrei no segundo semestre do ano de 2005, exatamente há quatro anos.
Passei pelo cursinho,pelo vestibular,pelo trote,pelo 1º semestre e pelo último, pelo TGI. E agora passo pelo 1º emprego,pela 1ª assinatura na carteira de trabalho!

Essa semana que começou ontem já se inciou de maneira bastante festiva e importante: a igreja presbiteriana da qual faço parte comemorou 103 anos de existência!
Se não bastasse, essa semana inteira está sendo de preparo,expectativa e espera pela viagem do Chile, então...já viu!Está tudo a mil!
Além disso tudo, hoje acordei cedo. Ainda bem que o dia estava propício pra isso. Não estava muito frio, havia um sol bem aconchegante do lado de fora e isso me animou ainda mais pro compromisso do dia!
Vesti uma roupa que tenho usado com frequência ultimamente: meu casaco cáqui-creme (falo assim,porque não sei definir bem que cor é aquela) - acho que tenho usado ele bastante, porque com ele me sinto meio "gringa", e essa sensação é realmente boa de sentir!Rs...rs! - consegui tomar uma café da manhã digno de ser chamado assim e saí.
Fui a uma entrevista de emprego na Vl. Olímpia, numa escola bem importante da região e reconhecida no meio educacional, e sabe quando você simplesmente se encaixa em um lugar?
É como a última peça do quebra-cabeças,o último pino do Ludo, a última girada do cubo mágico.Foi como tudo isso, quando pisei naquele lugar.
E em menos de duas horas eu passei a fazer parte daquela equipe.
Agora,minha gente,eu sou pedagoga que exerce a profissão!
E, enquanto eu ía embora e tentava ligar pra minha mãe pra contar a novidade, ao casaco cáqui-creme aderia-se o sentimento de liberdade, de independência,de responsabilidade e de prazer...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O que ainda não foi vivido...


Quero conhecer outras flores
Respirar outros ares
Conhecer nova gente
Falar uma língua que não é minha
Pisar onde nunca estive
Conversar com quem nunca conheci
Ver o que meus olhos não enxergaram
Tocar o que meu braços não alcançaram
Cheirar o que meu olfato não sentiu
Relembrar o que não guardei
Experimentar o que nunca tive
Viver o que não vivi.