
A teoria de Freud sobre o desenvolvimento humano foi estudada por mim na faculdade acerca de dois anos atrás numa aula de psicologia da educação, e a partir disso vi um pouco a respeito da psicanálise, suas teorias, frentes de debate e principais alicerces. Porém, foi sobre sonhos que ouvi recentemente: seu significado, seus possíveis sentidos e função.
Os sonhos seriam válvulas de escape extremamente importantes para a sanidade, já que é no mundo dos sonhos que nos permitimos. A realização de nossos desejos inadequados para a vida real aconteceria nesse momento, então, que o inconsciente entra em ação.
Os psicanalistas acreditam que o sujeito não é sinônimo de indivíduo, ou seja, uma pessoa é composta por várias “personalidades” e não é “uma coisa só” como a palavra indivíduo sugere. Assim, quando você tem um sonho ruim, assustador, ele nada mais é que um desejo de um desses “eus”, que acabou se traduzindo através de um pesadelo. Mas não é nada disso que me prende a atenção ou leva-me a refletir sobre alguns pontos psicanalíticos.
O palestrante colocou em sua fala que “não há nada mais ridículo do que viver em busca da felicidade” e ainda “não há nada que exista que seja só amor”. É por isso que a psicanálise também aponta o sujeito como um ser eterna e completamente insatisfeito, cheio de conflitos e que nunca será plenamente feliz.
São tantas questões e assuntos subjetivos por traz dessas frases, mas limito-me a pensar no que isso pode significar para nossa sociedade.
Pessoas depressivas, maníacas, bipolares, fóbicas, psicopatas são o objeto de análise, estudo e cuidado de psicanalistas, psicólogos e psicoterapeutas por todo o mundo. Além disso, são esses mesmos profissionais que influenciam também milhares de pessoas sem patologias psíquicas através da Academia e mídia, por exemplo.
Ou seja, tais influências conseguem se mostrar a diversas pessoas em diferentes âmbitos sociais, apresentando um mundo eternamente insuficiente para pessoas eternamente insatisfeitas. Tais influências apresentam a impossibilidade de esperança, de sonhos, de planos; a impossibilidade de se ter um ponto de chegada.
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.” Isto é o que a Bíblia diz (2Pe 2: 1-2) sobre tais alicerces sociais e pessoas que adotam tais reflexões, comprometendo os seres humanos a viverem numa situação de fraqueza, impotência e desmotivação.
Assim, diferentemente do que a própria psicanálise e a ciência (num âmbito mais generalizado) pensam, suas doutrinas, leis e hipóteses vão de encontro ao racional, ao lógico.
Se o que falta no mundo é esperança, como declarar que a busca pela felicidade é inválida? Se é o amor nas pessoas que não tem mais suas chamas acesas, como não procurar isso num Ser que seja, sim, completo dele?
Prendo-me, portanto, ao fato de que essas bases sobre as quais a sociedade ocidental cresceu estão cheias de equívocos e preciptações, uma vez que o vazio dentro de cada ser humano que a própria psicanálise prega, só pode sugerir que há algo Existente, Único e Real.
Os sonhos seriam válvulas de escape extremamente importantes para a sanidade, já que é no mundo dos sonhos que nos permitimos. A realização de nossos desejos inadequados para a vida real aconteceria nesse momento, então, que o inconsciente entra em ação.
Os psicanalistas acreditam que o sujeito não é sinônimo de indivíduo, ou seja, uma pessoa é composta por várias “personalidades” e não é “uma coisa só” como a palavra indivíduo sugere. Assim, quando você tem um sonho ruim, assustador, ele nada mais é que um desejo de um desses “eus”, que acabou se traduzindo através de um pesadelo. Mas não é nada disso que me prende a atenção ou leva-me a refletir sobre alguns pontos psicanalíticos.
O palestrante colocou em sua fala que “não há nada mais ridículo do que viver em busca da felicidade” e ainda “não há nada que exista que seja só amor”. É por isso que a psicanálise também aponta o sujeito como um ser eterna e completamente insatisfeito, cheio de conflitos e que nunca será plenamente feliz.
São tantas questões e assuntos subjetivos por traz dessas frases, mas limito-me a pensar no que isso pode significar para nossa sociedade.
Pessoas depressivas, maníacas, bipolares, fóbicas, psicopatas são o objeto de análise, estudo e cuidado de psicanalistas, psicólogos e psicoterapeutas por todo o mundo. Além disso, são esses mesmos profissionais que influenciam também milhares de pessoas sem patologias psíquicas através da Academia e mídia, por exemplo.
Ou seja, tais influências conseguem se mostrar a diversas pessoas em diferentes âmbitos sociais, apresentando um mundo eternamente insuficiente para pessoas eternamente insatisfeitas. Tais influências apresentam a impossibilidade de esperança, de sonhos, de planos; a impossibilidade de se ter um ponto de chegada.
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.” Isto é o que a Bíblia diz (2Pe 2: 1-2) sobre tais alicerces sociais e pessoas que adotam tais reflexões, comprometendo os seres humanos a viverem numa situação de fraqueza, impotência e desmotivação.
Assim, diferentemente do que a própria psicanálise e a ciência (num âmbito mais generalizado) pensam, suas doutrinas, leis e hipóteses vão de encontro ao racional, ao lógico.
Se o que falta no mundo é esperança, como declarar que a busca pela felicidade é inválida? Se é o amor nas pessoas que não tem mais suas chamas acesas, como não procurar isso num Ser que seja, sim, completo dele?
Prendo-me, portanto, ao fato de que essas bases sobre as quais a sociedade ocidental cresceu estão cheias de equívocos e preciptações, uma vez que o vazio dentro de cada ser humano que a própria psicanálise prega, só pode sugerir que há algo Existente, Único e Real.
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