Eis minha lista de coisas simples da vida, as quais me fazem bem, me dão prazer, me emocionam, fazem eu me apaixonar, me encantam:
- Joaninhas
- Vento no rosto (quanto mais frio melhor)
- O barulho do mar
- Ver as nuvens se moverem e mudarem de forma
- Lírios
- Beija-flor
- Poesias e poemas
- Beijo de esquimó
- Louva-a-Deus, grilos e gafanhotos
- Pérolas
- Beber de canudinho até o último e fazer aquele barulho
- Libélulas
- Abrir lata de refrigerante
- Borboletas
- Pé de morango
- Deitar na grama
- Banho de cachoeira
- Brigadeiro de panela
- Pipoca de panela
- Alecrim
- Comer manga chupando da casca
- Ver o caminho das formigas
- Observar uma criança dormindo
- Banho de chuva
- Eclipse
- Deitar no chão e ver o céu estrelado
- Tomar leite puro
- Dormir na rede
- Comer de colher
- Comer melancia em fatia
- Abraço de vó e vô
- Caminhar na rua, na praia, no parque
- Tomar sol
- Cafuné
- Colocar a roupa assim que ela é passada, porque está quentinha
- Chupar gelo
- Algodão doce
- Me espreguiçar no banho
- Pegar no sono rápido
- Acordar e ver que posso dormir mais
- Fazer carinho na orelha
- Escrever e pensar bobagem
- Ouvir o "tec-tec" do moço que vende biju na rua
- Comer milho na espiga
- Ficar deitada no peito
- Poder ficar com alguém em silêncio
- Carinho na mão
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A sutileza de Deus
"...tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui pra eles como quem alivia o jugo de sobre suas queixadas e me inclinei para dar-lhes de comer." Oséias 11:3,4
Ao meu redor tenho uma sala, a porta do meu quarto, uma planta no canto do cômodo. Todo esse espaço está iluminado e bem arejado. Posso ouvir uns pássaros cantando lá fora, além de uns periquitos que visitam todos os dias a janela da minha vizinha, eles são grandes e lindos.
Na cozinha há comida pronta para o almoço, já tomei um banho quente e estou usando um moleton bem quentinho.
Quem me deu tudo isso? Quem fez tudo isso?
Depois do texto de Oséias que li hoje na minha devocional diária, percebi que tudo, exatamente tudo, é um presente de Deus. É algo que, cuidadosamente, Ele nos dá todos os dias, a fim de nos agradar, de ministrar ao nosso coração uma verdade, de nos cortejar. Ele nos dá para alegrar o nosso dia, para nos fazer felizes. Ele nos mima, nos surpreende e cuida.
O vento que bate no rosto, a fruteira cheia de frutas, a letra de uma linda música, a chuva que não te molhou, o ônibus que passou na hora certa, a ligação de alguém importante pra você; tudo isso é Deus te agradando.
É isso que o texto nos fala. O próprio Deus é capaz de se inclinar para nos dar de comer, Ele mesmo cuida de nós quando não estamos bem e faz isso "com laços de amor".
Notei, então, o quanto somos insensíveis a Ele. Nós não percebemos o que Ele faz, muito menos o que Ele deixa de fazer para o nosso bem. É que Deus é sutil.
Eu tenho toda uma lista de coisas simples da vida que mexem comigo. Hoje, eu sei que quando me deparo com alguma delas, é Deus me mandando um agrado, um recado, um lembrete, uma alegria.
Hoje eu vou sair de casa mais atenta, mais sensível, mais perceptível. Tenho certeza que Ele preparou um dia muito especial pra mim; quero vivê-lo. Quero notar e experimentar a sutileza de Deus.
Ao meu redor tenho uma sala, a porta do meu quarto, uma planta no canto do cômodo. Todo esse espaço está iluminado e bem arejado. Posso ouvir uns pássaros cantando lá fora, além de uns periquitos que visitam todos os dias a janela da minha vizinha, eles são grandes e lindos.
Na cozinha há comida pronta para o almoço, já tomei um banho quente e estou usando um moleton bem quentinho.
Quem me deu tudo isso? Quem fez tudo isso?
Depois do texto de Oséias que li hoje na minha devocional diária, percebi que tudo, exatamente tudo, é um presente de Deus. É algo que, cuidadosamente, Ele nos dá todos os dias, a fim de nos agradar, de ministrar ao nosso coração uma verdade, de nos cortejar. Ele nos dá para alegrar o nosso dia, para nos fazer felizes. Ele nos mima, nos surpreende e cuida.
O vento que bate no rosto, a fruteira cheia de frutas, a letra de uma linda música, a chuva que não te molhou, o ônibus que passou na hora certa, a ligação de alguém importante pra você; tudo isso é Deus te agradando.
É isso que o texto nos fala. O próprio Deus é capaz de se inclinar para nos dar de comer, Ele mesmo cuida de nós quando não estamos bem e faz isso "com laços de amor".
Notei, então, o quanto somos insensíveis a Ele. Nós não percebemos o que Ele faz, muito menos o que Ele deixa de fazer para o nosso bem. É que Deus é sutil.
Eu tenho toda uma lista de coisas simples da vida que mexem comigo. Hoje, eu sei que quando me deparo com alguma delas, é Deus me mandando um agrado, um recado, um lembrete, uma alegria.
Hoje eu vou sair de casa mais atenta, mais sensível, mais perceptível. Tenho certeza que Ele preparou um dia muito especial pra mim; quero vivê-lo. Quero notar e experimentar a sutileza de Deus.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O bode
Tem dia que não é TPM, não é problema no trabalho, não é saudade, não é doença, é o bode.
O bode traz a vontade de ficar na cama com meia de lã e moleton velho. Ele faz você ficar com preguiça de ir ao banheiro, de escovar os dentes e até de comer. E, por isso, faz você cozinhar um miojo pro jantar, deixando a panela suja na pia.
O danado faz você ficar em silêncio, não sorrir, não achar graça, só desgraça. Ele te lembra das músicas mais tristes, mais deprês e mais anos 90 possível! Você canta "Eu gosto tanto de você" e "É preciso saber viver".
Quando ele aparece, há desânimo, choro, mau humor e falta de jeito, de trejeito, de querer, de vontade.
O pior é que ele é incoveniente e quando faz uma visita, ele chega cedo, vai tarde, ocupa espaço, não pede licença e entra onde quer sem permissão.
Se não bastasse, o bode te convence que açúcar melhora, então você se entope de chocolate e - como se tivesse alguma relação com isso - você se entope de Doritos ou pipoca.
A fim de tentar se ocupar e ocupar o bode, você liga a TV e acaba assistindo a primeira temporada de Dr. House, Friends ou alguma que já acabou há tempos e era muito ruim, tipo The OC. Caso não goste de seriados, você vê o primeiro filme do Batman, Titanic ou Hannibal.
Você fica pela metade: meio triste, meio esquisito, meio sonolento, meio assim.
Tô de bode, tô com o bode.
O bode traz a vontade de ficar na cama com meia de lã e moleton velho. Ele faz você ficar com preguiça de ir ao banheiro, de escovar os dentes e até de comer. E, por isso, faz você cozinhar um miojo pro jantar, deixando a panela suja na pia.
O danado faz você ficar em silêncio, não sorrir, não achar graça, só desgraça. Ele te lembra das músicas mais tristes, mais deprês e mais anos 90 possível! Você canta "Eu gosto tanto de você" e "É preciso saber viver".
Quando ele aparece, há desânimo, choro, mau humor e falta de jeito, de trejeito, de querer, de vontade.
O pior é que ele é incoveniente e quando faz uma visita, ele chega cedo, vai tarde, ocupa espaço, não pede licença e entra onde quer sem permissão.
Se não bastasse, o bode te convence que açúcar melhora, então você se entope de chocolate e - como se tivesse alguma relação com isso - você se entope de Doritos ou pipoca.
A fim de tentar se ocupar e ocupar o bode, você liga a TV e acaba assistindo a primeira temporada de Dr. House, Friends ou alguma que já acabou há tempos e era muito ruim, tipo The OC. Caso não goste de seriados, você vê o primeiro filme do Batman, Titanic ou Hannibal.
Você fica pela metade: meio triste, meio esquisito, meio sonolento, meio assim.
Tô de bode, tô com o bode.
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