. fiz o Gui me levar às 4:00 da manhã no aeroporto
. viajei de avião pra Londrina
. levei chuva pra Londrina
. vi aeromoças antipáticas de cabelo mal arrumado e maquiagem mal feita
. bebi cerveja com meu pai e com a Rafinha
. passei mal à noite da bronquite
. passei o aniversário do meu pai no hospital
. passei a semana tomando antialérgico
. perdi 2 campeonatinhos de "pif"
. ganhei um jantar
. comemorei o dia do amigo
. ganhei 2 campeonatinhos de dominó
. perdi meu voo por causa do mau tempo
. tomei chuva
. vi (ao vivo) o Galvão Bueno se dar bem
. fui parar num hotel 5 estrelas
. comi os pratos mais caros do hotel
. assisti filme preto e branco usando robe e comendo castanha
. andei de taxi
. me perdi
. conheci pessoalmente uma dupla sertaneja
. meu voo atrasou mais de 30 minutos
. minha mala foi a primeira a sair na esteira
. tomei vinho
. dancei funk
. cantei em videokê
. comi fondue
sábado, 23 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Cena engraçada 2
Depois de muito insistirem, três amigos meus conseguiram me levar para jantar na companhia deles e na companhia dos meus dois ex-namorados. Sim, já começa a ficar divertido aqui. Éramos seis. Era só eu de mulher. Eram dois ex-namorados.
Cheguei no lugar acompanhada de um dos amigos e, um segundo depois, mais dois apareceram. Não demorou muito para que a última dupla surgisse pelo corredor.
Eu estava bonita, arrumada, corte novo de cabelo e sim, acompanhada de seis belos rapazes. Não preciso dizer o quanto estava me sentindo bem. Afinal, se dizem que há duas mulheres, em média, para cada homem, eu estava desbancando umas nove!
Além da cena engraçada que acontecia paralelamente - meus ex-namorados, juntos, vendo o que iam comer -, uma segunda começou a passar bem no caixa ao lado do meu: dois moços faziam seus pedidos ao atendente, mas um deles escutou meu nome saindo da boca de um dos meus amigos e foi mais que suficiente para que o estranho se achasse íntimo para me chamar de "Paty" também.
O "Paty" não veio sozinho, veio acompanhado de um xaveco barato, pouco original, porém, corajoso e destemido. Afinal, cinco homens não intimidaram meu admirador da fila do hamburguer!
Cheguei no lugar acompanhada de um dos amigos e, um segundo depois, mais dois apareceram. Não demorou muito para que a última dupla surgisse pelo corredor.
Eu estava bonita, arrumada, corte novo de cabelo e sim, acompanhada de seis belos rapazes. Não preciso dizer o quanto estava me sentindo bem. Afinal, se dizem que há duas mulheres, em média, para cada homem, eu estava desbancando umas nove!
Além da cena engraçada que acontecia paralelamente - meus ex-namorados, juntos, vendo o que iam comer -, uma segunda começou a passar bem no caixa ao lado do meu: dois moços faziam seus pedidos ao atendente, mas um deles escutou meu nome saindo da boca de um dos meus amigos e foi mais que suficiente para que o estranho se achasse íntimo para me chamar de "Paty" também.
O "Paty" não veio sozinho, veio acompanhado de um xaveco barato, pouco original, porém, corajoso e destemido. Afinal, cinco homens não intimidaram meu admirador da fila do hamburguer!
Cena engraçada 1
Numa tarde de um dia de férias, resolvi ir até um out let de uma das lojas que vendem o meu número de jeans: 34.
Como eu bem sabia, encontraria lá dezenas de modelos e opções, mas meu objetivo eram três peças. Três calças jeans e nada mais.
O vendedor, fazendo o papel do vendedor atencioso, começou a perguntar qual dos modelos expostos me agradava. E, depois de escolher alguns, eu fui rumo ao provador e ele, rumo ao estoque, para buscar a numeração correta das roupas que eu tinha gostado.
No provador, eu já descartava algumas calças pela cor, afinal para mim não tem coisa mais feia do que jeans sem cara de jeans.
Tirei o meu jeans - um tanto velho, eu diria - e comecei a botar minhas pernas nas pernas das calças. Mas foi entre retirar uma e pegar a seguinte, que a voz do vendedor apareceu por detrás da cortina do provador.
Eu queria pegar os jeans que ele havia trazido, mas me deu a bendita preguiça dos 10 segundos e, por isso, não queria ter que vestir a minha calça só para abrir a cortina. Eu não coloquei, então, a calça e, portanto, fiquei só de calcinha. Mas não, eu não abri a cortina completamente.
O plano foi puxar, delicada e cuidadosamente, um pouco do tecido para eu pegar com apenas uma mão aquilo que estava com meu atendente. O fiz. Fechei a cortina e ao me virar, me dei conta, de fato, do que havia naquele provador - e, espera-se, em todos os provadores do mundo -: um espelho.
A abertura que fiz no pano para ver o vendedor, permitiu também a ele uma visão: a do meu traseiro em reflexo!
A solução foi ficar vermelha, me xingar de idiota, não querer nunca mais sair daquele cubiculo, agradecer pela calcinha em ordem que eu estava usando e fingir que nada tinha acontecido.
Sai de lá com uma pilha de calças que não levaria, a qual serviu por breves segundos para tapar meu rosto da vergonha, e outras três na mão que debitariam pouco mais de R$200,00 da minha conta. Estas, pelo menos, serviriam para esconder meu bumbum.
Como eu bem sabia, encontraria lá dezenas de modelos e opções, mas meu objetivo eram três peças. Três calças jeans e nada mais.
O vendedor, fazendo o papel do vendedor atencioso, começou a perguntar qual dos modelos expostos me agradava. E, depois de escolher alguns, eu fui rumo ao provador e ele, rumo ao estoque, para buscar a numeração correta das roupas que eu tinha gostado.
No provador, eu já descartava algumas calças pela cor, afinal para mim não tem coisa mais feia do que jeans sem cara de jeans.
Tirei o meu jeans - um tanto velho, eu diria - e comecei a botar minhas pernas nas pernas das calças. Mas foi entre retirar uma e pegar a seguinte, que a voz do vendedor apareceu por detrás da cortina do provador.
Eu queria pegar os jeans que ele havia trazido, mas me deu a bendita preguiça dos 10 segundos e, por isso, não queria ter que vestir a minha calça só para abrir a cortina. Eu não coloquei, então, a calça e, portanto, fiquei só de calcinha. Mas não, eu não abri a cortina completamente.
O plano foi puxar, delicada e cuidadosamente, um pouco do tecido para eu pegar com apenas uma mão aquilo que estava com meu atendente. O fiz. Fechei a cortina e ao me virar, me dei conta, de fato, do que havia naquele provador - e, espera-se, em todos os provadores do mundo -: um espelho.
A abertura que fiz no pano para ver o vendedor, permitiu também a ele uma visão: a do meu traseiro em reflexo!
A solução foi ficar vermelha, me xingar de idiota, não querer nunca mais sair daquele cubiculo, agradecer pela calcinha em ordem que eu estava usando e fingir que nada tinha acontecido.
Sai de lá com uma pilha de calças que não levaria, a qual serviu por breves segundos para tapar meu rosto da vergonha, e outras três na mão que debitariam pouco mais de R$200,00 da minha conta. Estas, pelo menos, serviriam para esconder meu bumbum.
A vontade que não vem
Muitas vezes, eu gostaria de fazer uma série de coisas, mas mesmo querendo fazê-las, eu simplesmente não tenho vontade para. Você consegue entender isso? Compreende a diferença entre uma coisa e outra?
Eu queria ter vontade de praticar um esporte, de dormir e acordar mais cedo, de fazer uma trabalho voluntário, mas não tenho.
Sinto vontade de escrever todo dia, de ficar feliz todo dia, de não ter recaídas emocionais e espirituais, mas na grande maioria das vezes, a vontade não prevalece.
Gastar melhor meu dinheiro, me planejar melhor, ser mais organizada, viajar mais, ser menos preguiçosa, são vontades que tenho, mas que nunca as ponho em prática.
Minha vontade de ser mais segura, mais discreta, mais confiante, mais tranquila não me torna nada disso.
Tenho tanta vontade de orar mais, de ler mais a Bíblia, de voltar a estudar, de ser mais obediente a Deus. Vontade de ser menos covarde, de ser mais ousada e inteligente, ser mais sábia, mais forte, mais resoluta.
Eu adoraria não ter vontade de chorar em público, de me expor, de lembrar constantemente o que já passou. Queria ter a não-vontade para sentir medo, brigar, discutir, ser teimosa, implicante, desamorosa e irritante.
Tenho vontade para ter e para não ter. Mas, infelizmente, a vontade, seja uma ou outra, não vem.
Eu queria ter vontade de praticar um esporte, de dormir e acordar mais cedo, de fazer uma trabalho voluntário, mas não tenho.
Sinto vontade de escrever todo dia, de ficar feliz todo dia, de não ter recaídas emocionais e espirituais, mas na grande maioria das vezes, a vontade não prevalece.
Gastar melhor meu dinheiro, me planejar melhor, ser mais organizada, viajar mais, ser menos preguiçosa, são vontades que tenho, mas que nunca as ponho em prática.
Minha vontade de ser mais segura, mais discreta, mais confiante, mais tranquila não me torna nada disso.
Tenho tanta vontade de orar mais, de ler mais a Bíblia, de voltar a estudar, de ser mais obediente a Deus. Vontade de ser menos covarde, de ser mais ousada e inteligente, ser mais sábia, mais forte, mais resoluta.
Eu adoraria não ter vontade de chorar em público, de me expor, de lembrar constantemente o que já passou. Queria ter a não-vontade para sentir medo, brigar, discutir, ser teimosa, implicante, desamorosa e irritante.
Tenho vontade para ter e para não ter. Mas, infelizmente, a vontade, seja uma ou outra, não vem.
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