Coisas incrivelmente boas têm acontecido; têm enchido o meu dia e dado um toque especial aos meus motivos de agradecimento.
Sei que o fim do ano propriamente dito não chegou, então, de acordo com a tradição não caberia aqui uma retrospectiva de 2010. Mas é fato que já tenho olhado pra esse ano e é inevitável não contar e cantar o que Deus tem me proporcionado.
Um chamado confirmado, viagem missionária, projeto evangelístico da minha igreja, amigos amissíssimos, família...
Tenho tido cada vez mais notícias boas numa maré de coisas boas. E, por isso, não há como negar: maré boa é maré cheia.
Cheia de confirmações, de dúvidas esclarecidas e outras nem tanto. Maré cheia de amor, de conquistas, de surpresas (imensamente agradáveis!), de amizades, de conflitos resolvidos, mas também de problemas não solucionados. Maré boa porque há risos, há gargalhadas, há crescimento, há expectivas, há esperança, há fé, há certezas e há futuro.
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Eita maré boa! Que traz lua cheia e céu limpo, brilhante, incandescente. Que aumenta as águas e a força das ondas. Que embeleza, que emoldura, que inunda.
Eita maré cheia! Que demonstra fartura, firmeza. Que assusta, mas exalta. Que banha, molha, vivifica e transforma.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A ponte abaixo e o céu acima
A cada dia noto mais a juventude que há em mim. E a cada dia mais percebo o quanto gosto disso.
Atos inpensados, porém inteligentes, momentos inesperados e surpreendentes, sorrisos, risos, gargalhadas, vivacidade, disposição, bobeiras.
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E quer coisa mais jovem do que dirigir de madrugada, parar o carro no meio de uma ponte, deixá-lo com o pisca alerta ligado e a chave no contato, e tirar fotos?
Fotos da ponte, do céu, dos amigos, de si, dos carros...
Senti o vento no rosto; coisa simples que adoro sentir. Vi as imagens da cidade e muito mais do que fotografá-las com a câmera, registrei-as com os olhos.
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A sensação de parar o carro, subir no meio fio alto, tirar fotos, sentir o vento soprar, ver o cabelo sair do lugar, passar frio, mas não querer sair dali, voltar correndo com medo de ser pega; tudo isso é jovem, é expressivo, é excitante. Me deixa feliz e faz brotar um sorriso largo, constante.
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Amo ser jovem, ser expansiva, ser feliz, intensa e excessiva. Amei ver a ponte abaixo e o céu acima.
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