A cada dia noto mais a juventude que há em mim. E a cada dia mais percebo o quanto gosto disso.
Atos inpensados, porém inteligentes, momentos inesperados e surpreendentes, sorrisos, risos, gargalhadas, vivacidade, disposição, bobeiras.
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E quer coisa mais jovem do que dirigir de madrugada, parar o carro no meio de uma ponte, deixá-lo com o pisca alerta ligado e a chave no contato, e tirar fotos?
Fotos da ponte, do céu, dos amigos, de si, dos carros...
Senti o vento no rosto; coisa simples que adoro sentir. Vi as imagens da cidade e muito mais do que fotografá-las com a câmera, registrei-as com os olhos.
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A sensação de parar o carro, subir no meio fio alto, tirar fotos, sentir o vento soprar, ver o cabelo sair do lugar, passar frio, mas não querer sair dali, voltar correndo com medo de ser pega; tudo isso é jovem, é expressivo, é excitante. Me deixa feliz e faz brotar um sorriso largo, constante.
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Amo ser jovem, ser expansiva, ser feliz, intensa e excessiva. Amei ver a ponte abaixo e o céu acima.
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